Antes mesmo de
terminar o ensino fundamental, a ex-estudante da UNIRR Cíntia Brand, já tinha escolhido a carreira que
queria traçar: “decidi fazer jornalismo, mesmo sem saber muito bem o que aquela profissão
significava”, conta. Depois de concluir o ensino médio, fez vestibular e ingressou na faculdade de
Comunicação Social da Universidade Veiga de Almeida aos 17 anos, em 2003.
Durante a época da universidade, Cíntia estagiou no laboratório de TV da faculdade e
no Jornal Golfinho, do Iate Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador. Ela diz que, apesar de
se tratar de um jornal de bairro, que faz uma cobertura local, aprendeu bastante sobre a prática
jornalística.
Quando estava cursando o último período de jornalismo, Cíntia começou a
buscar novas experiências profissionais. Enviou o currículo para a rádio Rio de Janeiro 1400 AM ,
uma emissora espírita. Após uma seleção, foi admitida como estagiária. Lá fez um pouco de tudo:
notas, pautas, produção e edições. Depois de sete meses, foi contratada. Atualmente, trabalha na
produção dos programas Manhã no Rio e Mulher Brasileira.
No início de
2009,
a jornalista entrou para o curso Comunicador Integral da UNIRR. Ela queria
conhecer outras realidade e ter novos desafios no universo do rádio. Cíntia afirma que estar na UNIRR
significou um encontro com ela mesma – pois tornou possível que percebesse a sua capacidade – e,
além disso, um encontro com profissionais e colegas diferentes.
A ex-aluna
diz que ao longo do curso, foi descobrindo o que significava o “integral” de Comunicador Integral:
"a UNIRR foi, de longe, uma das melhores escolhas que já fiz. Aprendi muito sobre rádio. Cada
capacitador foi especial, único e muito importante. Depois do curso acabar, entendi que realmente
não é à toa que se chama Comunicador Integral. O integral diz respeito a formação do ser
humano como um todo. Aprender com pessoas tão diferentes, conviver com colegas diferentes, perceber
como as individualidades são respeitadas me fez ver o que significa integral de verdade",
conclui.